
Na indústria de transformação plástica, a coloração costuma ser tratada como um custo secundário, em muitos casos, a atenção fica concentrada na resina, no ciclo de máquina ou na produtividade, enquanto a cor é vista apenas como um “percentual a mais” no processo. Mas a verdade é que o custo da coloração pode impactar diretamente a margem do produto final e, quando mal calculado, pode esconder desperdícios significativos.
Entender como calcular corretamente esse custo e escolher a tecnologia adequada faz toda a diferença.
O erro mais comum ao calcular o custo da cor
Grande parte das indústrias calcula o custo da coloração apenas com base no preço do quilo do masterbatch e no percentual de dosagem indicado, o problema é que esse cálculo ignora fatores fundamentais, como:
· Diluição real da cor no processo
· Perda de eficiência na dispersão
· Aumento do consumo de material
· Impacto no ciclo de máquina
· Variação de tonalidade entre lotes
Ou seja, o custo aparente nem sempre é o custo real.
Masterbatch tradicional: simplicidade com custo oculto
O masterbatch sólido é amplamente utilizado por sua praticidade, mas apresenta limitações importantes quando analisamos o custo total do processo.
Como ele é composto por uma alta concentração de resina carregada com pigmento, sua dosagem costuma ser maior para atingir a tonalidade desejada. Isso significa que, além do pigmento, você está adicionando mais resina ao processo, o que pode alterar propriedades do material final e elevar o custo por peça.
Além disso, a dispersão nem sempre é perfeita, o que pode exigir ajustes de máquina, aumentar refugo ou gerar variação de cor tudo isso com impacto direto no custo final do produto.
Pigmento líquido Liquid Colours: eficiência que reduz custo
A solução da Liquid Colours em pigmento líquido parte de um conceito diferente, o pigmento já está totalmente disperso em um veículo adequado, o que permite dosagens muito menores, com altíssimo poder de tingimento e repetibilidade.
Na prática, isso significa:
· Menor consumo de corante por quilo de resina
· Redução significativa do custo por peça
· Melhor dispersão e estabilidade de cor
· Menos ajustes de processo
· Menor geração de refugo
Quando o cálculo é feito corretamente, considerando o custo por quilo transformado ou por peça produzida, o pigmento líquido se mostra muito mais econômico do que o masterbatch tradicional.
Comparando o custo real na prática
Em um cenário comum, enquanto um masterbatch pode exigir dosagens na faixa de 2% a 4%, o pigmento líquido pode operar com frações desse valor, mantendo ou até melhorando a intensidade e a uniformidade da cor.
Isso significa que, mesmo que o preço do quilo do pigmento líquido seja maior, o custo final de coloração por peça é menor, pois o consumo é drasticamente reduzido.
O que importa não é quanto custa o quilo do colorante, mas quanto custa colorir o seu produto.
Mais do que custo: ganho de processo e qualidade
Além da economia direta, o pigmento líquido traz ganhos operacionais importantes, a dispersão homogênea melhora o acabamento visual, reduz variações entre lotes e aumenta a previsibilidade do processo produtivo. Isso se traduz em mais produtividade, menos perdas e maior confiança na entrega ao cliente final.
Cor é custo estratégico, não detalhe
Calcular corretamente o custo de coloração é uma decisão estratégica, quando analisada de forma técnica e completa, a escolha da tecnologia certa pode representar economia real, aumento de margem e melhoria de qualidade.
A Liquid Colours desenvolve soluções em pigmento líquido justamente para isso: transformar a cor em eficiência, reduzindo custos ocultos e entregando desempenho superior no processo industrial.
Se você ainda calcula o custo da sua cor apenas pelo percentual de dosagem, e preço do material talvez esteja pagando mais do que imagina.



